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Minha experiência com o Kindle

29/08/2014

Aproveitei minha viagem para os EUA esse ano para comprar algumas coisas, entre elas um Kindle. O objetivo principal era tornar mais prático o meu hábito de leitura. Reunir em um só lugar meus livros favoritos e poder carregar na bolsa , sem muito peso. Optei pelo modelo mais simples, que custou 50 doletas. Aqui no Brasil ele começou a ser vendido há dois anos e custa 300 dinheiros.

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (1)

Posso dizer que, de forma geral, minha experiência com o Kindle é excelente. Sempre fui muito apegada aos meus livros e achei que sentiria falta de pegar, folhear, mas o Kindle supre muito bem essa ausência física. Uma grande vantagem do modelo básico (Kindle 5) é a capacidade de exibir qualquer dado da forma mais clara possível, mesmo quando você está usando o aparelho sob o  sol. Como o display é opaco, não há reflexo de luz, e como não há iluminação, não sentimos aquela sensação de vista cansada que outros tipos de tela causam. A sensação é a mesma de ler um livro em papel de verdade.

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (2)

Porém, como eu gosto muito de ler a noite, comprei um case de couro super fofo no Aliexpress, que conta com uma luz de LED. Levou apenas 24 dias para chegar e custou 13,89 doletas. Ilumina o suficiente para que eu possa ler no escuro. Sem contar que ainda protege meu Kindle.

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (8)

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (4)

Uma das principais vantagens é mesmo o peso. São 170 gramas distribuídos em 165,75 milímetros de altura, por 114,5 milímetros de largura e 8,7 milímetros de espessura. Ideal para carregar na bolsa, na mochila ou até mesmo no bolso largo de um blazer. Além disso, o Kindle tem memória interna de 2 GB, que pode parecer pequena, mas é suficiente para armazenar aproximadamente 1.500 livros de uma só vez. É muito livro, gente!

O outro ponto forte é a bateria. A Amazon garante que ela dura até quatro semanas com uma carga só, com o aparelho ligado 30 minutos por dia. Eu nunca parei para fazer os cálculos, mas de fato a bateria dura uma eternidade. O único acessório que acompanha o Kindle é um cabo USB. Com ele é possível carregar e transferir dados.

O aparelho suporta arquivos em, TXT, PDF, MOBI (sem DRM), PRC, HTML, DOC, DOCX, JPEG, GIF, PNG e BMP. O ideal é que os livros estejam em MOBI. Assim ficam mais bonitos e organizados visualmente. Os livros podem ser comprados e baixados direto no Kindle ou comprados pelo computador e transferidos via USB.

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (6)

Sobre navegação na internet, esqueça. O Kindle é exclusivamente um e-reader. É fácil navegar pela loja e comprar livros, compartilhar notas e marcações e só. Nesta versão a Amazon removeu o teclado físico, liberando mais espaço para a tela. Por outro lado, a única opção para a escrita é um teclado virtual, que até pode parecer incômodo, mas é algo que você certamente vai usar pouco.

E por fim, o Kindle é super fácil de manusear. É bastante intuitivo. Os botões laterais ficam por conta de passar as páginas. Um ativa o teclado virtual, o outro vai para home, tem o botão menu e o de voltar. O botão central funciona como se fossem as setinhas de um teclado de computador comum. Tudo muito simples.

Minha experiência com o Kindle Manteiga Derretida (7)

Então se você está procurando apenas um leitor de livros, o Kindle é a melhor escolha. Ele não reproduz música, vídeo ou jogos bacanas de um tablet, mas é um leitor de qualidade, tão fino que pode ficar na mochila sem a menor sensação de peso que um tablet traria. Lembrando também a questão da duração da bateria. A Amazon chegou ao Brasil com muitos livros disponíveis e está vendendo o aparelho por um preço até razoável.

 

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Um marcador de livros que te ajuda a lembrar de ler

27/08/2014

marcador de livro
Responda rápido: quantas vezes você começou um livro e nunca o terminou? Com a infinidade de dispositivos que nos acompanha 24 horas por dia como smartphones, tablets e até mesmo as Smart TV, muitas vezes deixamos um livro de lado e nem se quer lembramos da história quando voltamos a ler. Já pensou em um marcador de livros que te ajuda a lembrar de ler?

Para tentar resolver ou pelo menos amenizar esse problema, a agência Mood, de São Paulo, criou para a editora Penguin Companhia das Letras, o projeto “Tweet for a Read”.

Estou falando de um marcador de livro que envia um tweet sempre que você fica um tempo sem ler. Equipado com um sensor luz e um timer, o marcador consegue saber precisamente a última vez que o leitor abriu o livro e, por meio de um nano computador com WiFi, o marcador envia um tweet para o leitor usando o estilo ou frases clássicas do próprio autor.

Não é o máximo? Preciso de algo assim pra ontem, mas não para me lembrar de ler e sim para lembrar vocês de acessar o MD todos os dias. 😉

 

Fonte: comunicadores.info

 

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Dica de livro e filme: A Culpa É Das Estrelas

15/07/2014

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Passado todo o frenesi que cercava o sucesso A Culpa É Das Estrelas, resolvi escrever minhas impressões sobre o livro e o filme. Muito já foi dito sobre esse assunto, mas se for do seu interesse, entre, sente e fique a vontade para ler o que eu tenho a dizer. 😉

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Sobre o livro

Hazel Grace é uma paciente de câncer terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

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Essa é a sinopse padrão do livro A Culpa É Das Estrelas. Belo dia estava a toa na Leitura (grande livraria aqui de BH) e sem querer tropecei (literalmente) no livro de John Green. Eu já sabia que esse livro estava fazendo um super sucesso entre o público jovem e começava a conquistar um público mais maduro também. Li a contra capa e resolvi me render. Li em três dias. Já no capítulo três estava chorando. Isso não é novidade alguma para uma Manteiga Derretida de carteirinha, mas o fato é que John Green parece ter encontrado a fórmula secreta de escrever deliciosamente bem. A história, embora triste às vezes, se desenrola naturalmente e, sem perceber, você já está vivendo o mundo de Hazel e Gus. História esta, que apesar de fictícia, teve um personagem inspirado em um drama real: Esther Grace, amiga de John Green que passou parte de sua vida lutando contra o câncer.

Hazel Grace é uma adolescente triste, solitária e revoltada. Paciente em tratamento de câncer terminal, controlado por uma nova droga experimental, tem uma “sobrevida” limitada e extremamente difícil. O câncer tirou o que ela tinha de melhor, a saúde, a vontade de viver, os amigos, a escola e estava afetando seus pais, que viviam em função de cuidar dela. Mas Hazel vê o seu pequeno universo mudar ao conhecer Augustus Waters, um garoto também portador de câncer, no Grupo de Apoio a Crianças. Gus é inteligente, bem humorado e cheio de vida. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças: Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros, já Augustus sonha em deixar a sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Uma história que tinha tudo para ser absolutamente trágica (e não deixa de ser), mas Hazel e Gus nos surpreendem com um amor que supera as impossibilidades. Juntos eles descobrem o amor, o sexo, as decepções e aprendem a lutar e ter esperança.

Hazel com seu inseparável cilindro de oxigênio e Gus com sua perna amputada conquistaram meu coração. A Culpa É Das Estrelas proporciona uma leitura leve, repleta de detalhes e divertida. Valeu cada lágrima, cada risada.

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Sobre o filme

Fui convidada pelo Cinema de Buteco a assistir a pré-estreia de A Culpa É Das Estrelas. Preparei o espírito, passei o mínimo de maquiagem possível e parti ansiosa para o cinema. Quando o casal que interpretaria Hazel e Gus foi escolhido, fiquei bastante curiosa, mas evitei ao máximo ler notícias a respeito do filme. Queria chegar apenas com a impressão que li do livro. Enquanto jornalista e amante de cinema, sei o quanto é difícil adaptar um mídia. Não é tarefa fácil transformar um livro num filme. É impossível manter todos os detalhes, incluir todos os capítulos e agradar a todos. Mas a adaptação ficou incrível!

A começar pelos atores que pareciam ter nascido para interpretar seus personagens. Shailene Woodley e Ansel Elgort foram impecáveis. Depois os diálogos, que ficaram com uma pegada jovem, moderna, com a cara de Hazel e Gus. Também a trilha sonora super gostosa, que tudo a ver com a vibe dramática de A Culpa É Das Estrelas. E, finalmente, um filme que foi bastante fiel ao livro e conseguiu reunir os principais trechos.

Confesso que chorei praticamente do início ao fim, cheguei em casa chorando e fui dormir chorando. (Juro que tinha gente no cinema muito pior que eu, quase se afogando em lágrimas.) Mas não era choro de completa tristeza, era de esperança. Não um choro de quem saiu de um funeral, mas de quem acabou de ver duas pessoas se apaixonarem. Pelo menos é isso que sinto quando penso no livro, no filme, quando me lembro do amor entre Hazel e Gus. Hazel Grace não queria viver num mundo sem Augustus Waters e eu a entendo. Mas só de pensar na possibilidade de que possa existir um amor assim tão lindo, de que o meu Augustus Waters possa estar por aí, eu choro. Mas não de tristeza, de esperança. Okay? Okay.


“The fault, dear Brutus, is not in our stars, but in ourselves…”

 

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Dica de livro: Cruzando o Caminho do Sol, de Corban Addison

14/03/2014

Me arrisco a dizer que esse foi o livro mais emocionante que já li em toda a minha curta vida (só 29 aninhos). Já estava chorando no capítulo 2. O que não quer dizer muita coisa, já que sou uma manteiga derretida de carteirinha.

Em Cruzando o Caminho do Sol Ahalya e Sita são duas adolescentes que vivem em situação confortável com sua família na Índia, mais precisamente em Chennai. Tudo vai muito bem, até que um terremoto, aparentemente inofensivo, causa um tsunami e destrói toda a família das irmãs, assim como toda a região onde moravam. Ahalya é a mais velha e se vê imediatamente com a segurança da irmã mais nova nas mãos. Ela precisa salvar a si mesma e, ao mesmo tempo, ser o porto seguro de Sita. Sozinhas, elas tentam encontrar um modo de recomeçar a vida.
As duas percorrem uma grande distância até chegarem a uma cidade não afetada pelo tsunami e tentam encontrar algum conhecido, ou alguma forma de chegar ao colégio de freiras no qual estudam. Estavam certas de que as freiras cuidariam delas e saberiam o que fazer. Ramesh, um amigo de seu pai, aparece em meio a confusão e oferece ajuda. Ele segue com as meninas em um carro, que está sendo dirigido por um sujeito nada amigável. Ramesh ficou pelo caminho e o motorista seguiu com Ahalya e Sita. Algo terrível acontece e toda a história se desenrola a partir daí. Em um único dia toda a família havia sido aniquilada pelo mar e as meninas tinham sido sequestradas.
Em paralelo à trágica história das irmãs, do outro lado do mundo, em Washington, D. C., me deparo com Thomas Clarke, apaixonado pela esposa Prya, apaixonado pelo trabalho de advogado em um grande escritório, dividido entre os dois, mas tem um grande buraco em seu peito, um vazio. E esse constante vazio faz com que a vida de Thomas comece a cruzando o caminho do soldesmoronar, e é também esse vazio o responsável por trazê-lo de volta à normalidade. Entre tristezas e dúvidas, ele decide mudar radicalmente: viaja à Índia para trabalhar em uma ONG que denuncia o tráfico de pessoas e tenta salvar seu casamento.
Inevitavelmente, seus mundos se cruzarão em um cenário exótico, cercado por uma terrível rede internacional de criminosos. Envolvendo três continentes e duas culturas, Cruzando o Caminho do Sol me conduziu a uma inesquecível jornada pelo submundo da escravidão moderna e para dentro dos cantos mais escuros e sensíveis do coração.

Em diversos pontos do livro considerei que a história era previsível. Mas o capítulo à frente sempre me provava que eu estava errada. Além de desejar um final feliz para Thomas e me angustiar com o destino e com os rumos que as vidas de Ahalya e Sita estava tomando, é possível perceber que o autor Corban Addison se importa com as crueldades impostas pela escravidão, tráfico humano e exploração sexual e tenta passar sua mensagem. Os detalhes sobre a cultura indiana também me encantaram. É possível absorver tudo com a maior naturalidade.

E pra deixar a leitura ainda mais agradável, o livro está repleto de frases impactantes, que me fizeram refletir e me apaixonar ainda mais pelas comoventes histórias e maravilhosos personagens.
Um romance dramático. 447 páginas em uma semana. Acredite em mim, vale a leitura.
Postado originalmente aqui.
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Dica de livro: Um Mundo Brilhante – A Fábrica Diversão e Arte

22/08/2013
Quando o professor Ben Bailey sai de casa para pegar o jornal e apreciar a primeira neve do ano, ele encontra um jovem caído e testemunha os últimos instantes de sua vida. Ao conhecer a irmã do rapaz, Ben se convence de que ele foi vítima de um crime de ódio e se propõe a ajudá-la a provar que se tratou de um assassinato.

Sem perceber, Ben inicia uma jornada que o leva a descobrir quem realmente é, e o que deseja da vida. Seu futuro, cuidadosamente traçado, torna-se incerto, pois ele passa a questionar tudo à sua volta, desde o emprego como professor de História, até o relacionamento com sua noiva. Quando a conheceu, Ben tinha ficado impressionado com seu otimismo e sua autoconfiança. Com o tempo, porém, ela apenas reforçava nele a sensação de solidão que o fazia relembrar sua infância problemática.

Essa procura pelas respostas o deixará dividido entre a responsabilidade e a felicidade, entre seu futuro há muito planejado e as escolhas que podem libertá-lo da delicada teia de mentiras que ele construiu.
Quando li essa sinopse, achei que o foco de Um Mundo Brilhante seria o assassinato de um jovem. Pensei em um livro cheio de suspense e surpresas, mas o enredo não é bem esse.
O livro é narrado em terceira pessoa, sob o ponto de vista de Ben, combinando atualidade e eventos passados, com capítulos curtos e divididos em cinco partes. Cada uma dessas partes representa uma fase na vida de Ben, o personagem principal.
A princípio, a história se atém ao assassinato, mas com aparição da irmã do jovem assassinado e as mentiras de Ben, o foco muda para uma escolha que Ben deverá fazer. E, para mim, foi nesse momento que T. Greenwood se perdeu, pois ela não conseguiu deixar claro se o livro trata de um drama ou um suspense.
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Dica de livro: O Livro Maldito – A Fábrica Diversão e Arte

29/09/2011

“Tudo o que você precisa saber se não for um mané.”


Minta para um polígrafo. Assalte um banco. Faça um filme pornô. Forje a própria morte. Arrombe fechaduras. Vicie dados. Tenha o seu próprio harém. E coisas muito, mas muito piores…
Assim que peguei o livro pela primeira vez, li o título, o subtítulo e a contracapa e tive a certeza de que me enviaram o livro errado. Depois de folhear, pensei com meus botões: esse autor é completamente louco!
Entretanto, “O Livro Maldito” é o cômico resultado de uma pesquisa feita pelo publicitário e escritor Christopher Lee Barish, cheia de artimanhas, jogatinas e ilegalidades necessárias para você se tornar uma pessoa má e rica. As ilustrações de Christian Kunze deixam o livro ainda mais engraçado.
Confesso que os primeiros capítulos não são os mais interessantes, mas a medida que fui lendo, fiquei me imaginando em cada uma das situações descritas. Quando pensava em parar de ler, um título me chamava a atenção e acabei lendo o bendito do livro em dois dias. E de fato o autor soube me prender até o final, deixando o que tinha de melhor por último. Um deles é simplesmente ‘Como ter a própria plantação de maconha’. Me diverti bastante!
Um ponto negativo de “O Livro Maldito” é, segundo Christopher: “as maldades apresentadas neste capítulo dizem respeito, em parte as leis vigentes nos Estados Unidos. Mas, certamente, essas mesmas maldades poderão inspirar você a se livrar de outras roubadas.” E acredito que a maioria das maldades não funcionariam se fossem baseadas nas leis do Brasil. Mas nada que o famoso jeitinho brasileiro não resolva. 
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Dica de livro: A Guardiã da Minha Irmã – A Fábrica Diversão e Arte

08/08/2011

“Prepare-se para ficar acordado a noite toda lendo A guardiã da minha irmã, de Jodi Picoult […], um fascinante estudo da natureza humana emoldurado por uma história complexa e emocionante. Narrado pela perspectiva alternada do envolvente grupos de personagens, o livro de Picoul agarra o leitor na primeira página e não solta mais. Este é um livro belo, comovente, polêmico e honesto.” _Booklist

Essa opinião resume exatamente minhas impressões sobre o livro. Li em dois dias, chorei, me emocionei e fiquei encantada com o estilo narrativo que Jodi Picoult escolheu para contar uma linda história, a autora foi  realmente muito feliz. Você sente como se cada personagem estivesse com você contando o que passa em sua mente e coração. A gente se sente mesmo fazendo parte do livro, da vida dessas personagens. 
Ler um livro assim, faz com que sua mente fique aberta, te dá vontade de conhecer tudo que o pode de cada um dos integrantes da história, te faz querer dar opinião, ajudar, quase querer analisar a vida de cada um e mudar o rumo dos acontecimentos.
Enfim, o livro conta a história de uma família que sofre com a doença de Kate, diagnosticada aos dois anos de idade com um tipo raro e agressivo de leucemia. Jesse, seu irmão mais velho, não pode ser um doador compatível e o médico sugere a possibilidade de ter um outro filho geneticamente compatível. Nesse contexto nasce Anna, doando o sangue de seu cordão umbilical para que suas células troncos pudessem salvar a irmã. Durante algum tempo isso funcionou, mas Kate piorou ao longo dos anos e Anna tornou-se uma doadora constante de sua irmã. O problema é que ninguém nunca a consultou a respeito de todas as cirurgias, transfusões de sangue e internações pelas quais passou durante sua vida para ajudar a irmã.
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